sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A BÊBEDA

A mulher embriagada
Por qualquer um é fornicada
E achando um macho atraente
Empurra-o para a rua
Qual loba ao ver a cheia lua.
Mas o pobre é apanhado de repente
E não está potente,
Mas ela trata disso com a boca
E qual chítara de esperma na sua toca
Ela afinal vem-se pelos outros dois canais
O pobre macho afinal é humano
E ela esquece essa noite
E as demais
Até que lhe bate como um açoite
O período está atrasado
E já tendo a certeza que está cheia
O pouco álcool que bebe vomita
Mas não sei porque ideia
Nem da figura quanto mais do nome do pai
Está na mente guardado
Ou por estranha crença
Quer parir esta criança
Mas durante a gravidez
Continua a beber
E nasce uma criança de saúde débil
Desprovida de altivez.





222-10-2010






Rui Sousa

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