Caminhando na bruma
Ouço um corvo:-Cr…f..ffo…foda-se, já?
E caminhando:-Olá!
Pisei uma rosa em espuma.
É talvez um presságio
Da revolta da escravidão
Do torturado coração,
Do mental naufrágio.
Vapores de Inverno
Retardam a alvorada.
Odores do Inferno
Na mente assombrada.
Para tanto encanto
Tenho de ser esquivo.
Para teu espanto,
Sobrevivo.
21-1-2008
Alexandre Navarro e Carvalho Tristão
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
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