Tens tamanha armadura mental
E um coração tão maquinal.
Por ti, sozinho na noite errava
Por mais tristeza que em mim encerrava.
Quando a chuva desvendava
O meu corpo que tresandava.
Para quê sincero sacrifício,
Se vejo em ti falsidade e artifício?
«Divina te julguei»pela beleza,
«Humana vejo que és pela fraqueza».
Imitado de Bocage
30-4-2008
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
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