segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Tens tamanha armadura mental
E um coração tão maquinal.


Por ti, sozinho na noite errava
Por mais tristeza que em mim encerrava.
Quando a chuva desvendava
O meu corpo que tresandava.

Para quê sincero sacrifício,
Se vejo em ti falsidade e artifício?



«Divina te julguei»pela beleza,
«Humana vejo que és pela fraqueza».




Imitado de Bocage



30-4-2008

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